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Gente Humilde (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Tem certos dias
Em que eu penso
Em minha gente

E sinto assim
Todo meu peito
Se apertar

Porque parece
Que acontece de repente
Como um desejo de eu viver
Sem me notar

Igual a tudo
Quando eu passo
Num subúrbio

E muito bem
Vindo de trem
De algum lugar

Ai me dá uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar

São casas simples
com cadeiras na calçada

E na fachada
Escrita em cima
Que é um lar

Pela varanda flores tristes e baldias
Como a alegria que não tem
Onde encostar

E ai me dá uma tristeza no meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar

Eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar

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Gente Humilde (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Todo o meu peito se apertar
Porque parece
Que acontece de repente
Feito um desejo de eu viver
Sem me notar
Igual a como
Quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem
Vindo de trem de algum lugar
E aí me dá
Como uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar
São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada
Escrito em cima que é um lar
Pela varanda
Flores tristes e baldias
Como a alegria
Que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar
E eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar

Gente Humilde (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Tem certos dias
Em que eu penso em minha gente
E sinto assim
Meu coração se apertar
Porque parece
Que acontece de repente
Feito um desejo de eu viver
Sem me notar
Igual a como
Quando eu passo no subúrbio
Eu muito bem
Vindo de trem de algum lugar
E aí me dá
Como uma inveja dessa gente
Que vai em frente
Sem nem ter com quem contar
São casas simples
Com cadeiras na calçada
E na fachada
Escrito em cima que é um lar
Pela varanda
Flores tristes e baldias
Como a alegria
Que não tem onde encostar
E aí me dá uma tristeza
No meu peito
Feito um despeito
De eu não ter como lutar
E eu que não creio
Peço a Deus por minha gente
É gente humilde
Que vontade de chorar