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A Máquina de Escrever (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Mãe se eu morrer de um repentino mal vende os meus bens
A bens dos meus credores
A fantasia de festivas cores que usei, no derradeiro carnaval
Vende esse radio que ganhei de prêmio por um concurso num jornal do povo
E aquele terno novo ou quase novo, com poucas manchas de café boêmio
Vende também meus óculos antigos que me davam ares inocentes, não precisarei de suas lentes pra enxergar os corações amigos
Sem ruído é mais provável que eu alcance o céu, vou penetrar e então provar seu mel
No paraíso só preciso de um olhar sem teu sorriso outro sorriso pra me enganar!
Mais poupa minha amiga de horas mortas, com teclas bambas minha maquina de peças tortas! Vende todas as grandes pequenezas que eram meu intimo tesouro
Mais não ainda que ofereçam ouro, mais não ainda que ofereçam ouro
Não venda o meu filtro de tristezas!

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A Máquina de Escrever (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Mãe, se eu morrer de um repentino mal
Vende meus bens, a bem dos meus credores
A fantasia de festivas cores que usei
No derradeiro carnaval

Vende esse rádio que ganhei de prêmio
Por um concurso num jornal do povo
E aquele terno novo ou quase novo
Com poucas manchas de café boêmio

Vende também meus óculos antigos
Que me davam ares inocentes
Não precisarei de suas lentes
Para enxergar os corações amigos

Sem ruído é mais provável que eu alcance o céu
Vou penetrar e então provar seu mel
No paraíso só preciso de um olhar
Sem teu sorriso, outro sorriso para me enganar

Mas poupa minha amiga de horas mortas
Com teclas bambas, minha máquina de peças tortas
Vende todas as grandes pequenezas
Que eram meu íntimo tesouro

Mas não ainda que ofereçam ouro
Mas não ainda que ofereçam ouro
Não vendas o meu filtro de tristezas