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Pena de Morte (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Quando o colarinho branco
Mete o rifle sem dó nos cofres da nação
O senhor não condena ele a morte
E também não lhe chama de ladrão
Nesta hora a justiça enxerga doutor
E protege o marajá
E se por acaso ele for condenado
Tem direito a prisão domiciliar
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Olha aí eu não estou lhe entendendo, doutor
Onde é que o senhor quer chegar
Foi Deus quem deu a vida a seus filhos
Somente ele é quem pode tirar
Vê se toma um chá de “semancol”
E colabore com o meu brasil novo
Ao invés da pena de morte
Faça uma lei pra ter pena do povo
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Olha aí quando o colarinho branco
Mete o rifle sem dó nos cofres da nação
O senhor não condena ele a morte
E também não lhe chama de ladrão
Nesta hora a justiça enxerga doutor
E protege o marajá
E se por acaso ele for condenado
Tem direito a prisão domiciliar
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Muito erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Olha aí eu não estou lhe entendendo, doutor
Onde é que o senhor quer chegar
Foi Deus quem deu a vida a seus filhos
Somente ele é quem pode tirar
Vê se toma um chá de “semancol”
E colabore com o meu brasil novo
Ao invés da pena de morte
Faça uma lei pra ter pena do povo
Pra quê pena de morte?
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Incontestavelmente erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome é!
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Não vota não, não vota não!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Simbora gente!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome
Absolutamente certíssimo, certíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Tá erradíssimo!
Pra quê pena de morte, doutor?
Essa ideia é que me consome
Se o filho do pobre antes de nascer
Já está condenado a morrer de fome

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Pena de Morte (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

A gente já não sai pelos motéis à noite
Pra fazer amor
Já não durmo agarrado ao teu corpo
Já não sinto teu calor

Ainda tomo o mesmo vinho, só que agora sozinho
Acompanhado pela dor
E pergunto se o destino foi justo comigo
E porque nos separou

Condenado sem direito a defesa sou eu
Aprisionado pela dor
Pena máxima foi dada ao meu coração
Magoado eu estou

É pena de morte pro meu coração
Fui condenado a pagar o preço
A setença foi dada, eu pelas madrugadas
Tento fugir, mas não te esqueço
É pena de morte não tem solução
Por que não volta pra me dá carinho?
Esse é um caso perdido, eu tô feito um bandido
Que sem defes vai morrer sozinho.

Ainda tomo o mesmo vinho, só que agora sozinho
Acompanhado pela dor
E pergunto se o destino foi justo comigo
E porque nos separou

Condenado sem direito a defesa sou eu
Aprisionado pela dor
Pena máxima foi dada ao meu coração
Magoado eu estou

É pena de morte pro meu coração
Fui condenado a pagar o preço
A setença foi dada, eu pelas madrugadas
Tento fugir, mas não te esqueço
É pena de morte não tem solução
Por que não volta pra me dá carinho?
Esse é um caso perdido, eu tô feito um bandido
Que sem defesa vai morrer sozinho. (Bis)

Eu tô feito um bandido
Que sem defesa vai morrer sozinho.
Que sem defesa vai morrer sozinho.

Pena de Morte (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

A gente já não sai pelos moteis a noite
pra fazer amor
já não durmo agarrado ao teu corpo
já não sinto teu calor
ainda tomo o mesmo vinho só que agora sozinho
acompanhado pela dor
me pergunto se o destino foi justo comigo
e porque nos separou…
fui condenado sem direito a defesa sou réu
acompanhado pela dor
pena maxima foi dado ao meu coração magoado eu estou…

(Refrão)
é pena de morte pro meu coração
fui condenado a pagar o preço
a sentença foi dada e eu pelas madrugadas
tento fugir mas não te esqueço
é pena de morte não tem solução
porque não volta pra me dar carinho
esse é um caso perdido
e eu tô feito um bandido
que sem defesa vai morrer sozinho