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São Paulo (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Sou gata da vida, eu venho do mato
Da selva de pedra, São Paulo
Você que me ature e não há quem segure
A coragem dos meu vinte e quatro

Quem sabe é o sabiá
Praça da Sé, laço de fita
Passei e passará
Bolo e café, só dois e trinta

As cartas na mesa, eu aposto em mim mesma
A minha garganta é de prata
Me olha no olho, você não me assusta
A roda da sorte me abraça

Quem sabe é o sabiá
Praça da Sé, laço de fita
Passei e passará
Bolo e café, só dois e trinta

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São Paulo (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Eu vou até o céu pra poder encontrar
Ando a pé, fiel, sem querer me afastar
Vou da Sé ao Quartel com o poder de pensar
Sobre tudo que me rodeia ter um lugar pra chegar (2x)

Pros metidos que passam reto em meio a esse caos paulista
Submetidos ao analfabeto que veio a entrevista
Tendo em vista, o pré-conceito, sujeito egoísta
Que um moralista, pessimista e capitalista faz

Mais um cheque sem fundo! Ô mundo trash, mudo a track
Em um segundo se muda, se cura.

Não se mete no problema do escuro da lua,
que talvez nunca veja a luz
É certeza de um ciclo que nem com uma cruz se cura
Santa Cruz que fica perto, ali, da Liberdade

De capuz? Me explica!
Se pá! Espera e desce ali na luz e fica

Pra entender o poeta se traduz a escrita
Uma metáfora que induz e indica
Você deduz e evita, ou segue os passos, estações,
Em traços certos rabisca
Pra entender São Paulo e provar da sopa
Sentir cada ingrediente, a arte que não mancha roupa.

Eu vou até o céu pra poder encontrar
Ando a pé, fiel, sem querer me afastar
Vou da Sé ao Quartel com o poder de pensar
Sobre tudo que me rodeia ter um lugar pra chegar (2x)

É engraçado como cada ato torna-se um relato
E de cada relato guardado, vem pequenos atos
Se passado turbulência, no presente melhora
Abra um sorriso paulistano, você está fazendo história

amanhã viveras, sei que ontem se viveu
Vejo o centro da cidade um eterno museu
Sei que ontem se trabalhou, amanhã se trabalharas
Trabalhador perspicaz soa seus rastros no Brás
Pessoas mau encaradas, simpáticas em alerta
Me diga qual malandragem que você julga ser certa

Pernas em atividade, gente de bem e de mau
Se me perguntas muvuca, te respondo terminal
Que guarda ônibus, trem, metro sempre ao pé da letra
São mais 3 peças importantes de um grande quebra-cabeça
Levo momentos presentes em meras fotografias
Terra verdades, mentiras
Bem vindo a terra fria.

Eu vou até o céu pra poder encontrar
Ando a pé, fiel, sem querer me afastar
Vou da Sé ao Quartel com o poder de pensar
Sobre tudo que me rodeia ter um lugar pra chegar (2x)

Terra da garoa abençoada por Deus
Deus que olha por todos e até pelos ateus
Cidade grande, de várias cores e crenças
Cidade grande, de ruas largas, estreitas
São Paulo, dividida em quatro partes
Escolho pra onde ir no metro, no embarque
Mercedes mais Mercedes cruzando as cidades
Cinzas, destinos, mais destinos de milhares de vidas

O sol quente no trajeto até o astro se por
O ?boy? acorda cedo pra servir o doutor
Disposição para o clássico, clássico do dia-dia, às vezes
árduo
Final do expediente, voltando pra casa
A rua clareada pelos postes da quebrada
Cidade iluminada com o céu estrelado
Essa é minha São Paulo, mas o inimigo mora ao lado.

Sao Paulo (Letra)

Morcheeba

Morcheeba

Curso de Violão - Fórmula Violão

Waiting in the club lounge
I slot in so systematicly
I wanna smash it to pieces
Release this hatred inside of me

You know you fill me with passion
But I just act apologetically
I’m gonna miss you in fashion
All ashen faced with my deceit

Sao Paulo
Why am I bringing me down?
Sao Paulo
If I drink any more I will drown
Sao Paulo
Why can’t I fight truth decay?
Sao Paulo
My life is just one big cliche

Another stain on my passport
I wanna travel so futuristically
I just wish I could beam up, team up
And soon be on my way

You told me we’d go to Rio
And you said it so charismatically
I know it’s me that’s the nightmare
So fight fair or have some decency

Sao Paulo
Why am I bringing me down?
Sao Paulo
If I drink any more I will drown
Sao Paulo
Why can’t I fight truth decay?
Sao Paulo
My life is just one big cliche

Sao Paulo
Why am I bringing me down
Sao Paulo
If I drink any more I will drown
Sao Paulo
Why can’t I fight truth decay?
Sao Paulo
My life is just one big cliche

You sure put a spin on my day
Why am I heading your way
Everything is coming up grey
I’m just a humble DJ

São Paulo (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Eu sou Daleste com as tops de Angra do lado
Cheguei, saí fora, voltei, mas bem acompanhado
Eu sou Daleste com as tops de Angra do lado
Cheguei, saí fora, voltei, mas bem acompanhado

Eu sou Daleste com as tops de Angra do lado
São Paulo é ostentação
O dele é lata, o meu é ouro

O que eles têm, nós têm em dobro
Nós têm tanto dinheiro que tô até enjoando
De onde ele vem? Tu vai morrer me perguntando

Malandro é malandro, mané é mané
Cada um na sua, eu vou na minha assim que é

House de boy com nove quartos, tudo liberado
Certo é o certo, o errado é o errado
Sem responsabilidade, ninguém é de ninguém
Vilão que é vilão faz bandida virar refém

A 240, partindo para os bailes
(uhhh) Moleque doido tá sem freio na nave
Antes contava moeda, hoje só conta nota de cem
Chama as tops, vem, vem, vem, vem

Vem pro baile funk que tá tendo ousadia e álcool
E no final quero geral descontrolado
Aonde 10 mil vai, no mesmo tempo vem
Claro que é São Paulo, capital das notas de cem

Aonde 10 mil vai, no mesmo tempo vem
Claro que é São Paulo, capital das notas de cem

Cheguei, saí fora, voltei, mas bem acompanhado

Eu sou Daleste com as tops de Angra do lado
São Paulo é ostentação,
O dele é lata o meu é ouro

O que eles têm, nós têm em dobro
Nós têm tanto dinheiro que tô até enjoando
De onde ele vem? Tu vai morrer me perguntando

Malandro é malandro, mané é mané
Cada um na sua, eu vou na minha assim que é

House de boy com nove quartos, tudo liberado
Certo é o certo, o errado é o errado
Sem responsabilidade, ninguém é de ninguém
Vilão que é vilão faz bandida virar refém

A 240, partindo para os bailes
Moleque doido tá sem freio na nave
Antes contava moeda, hoje só conta nota de cem
Chama as tops, vem, vem, vem, vem

Vem pro baile funk que tá tendo ousadia e álcool
E no final quero geral descontrolado
Aonde 10 mil vai, no mesmo tempo vem
Claro que é São Paulo, capital das notas de cem

Aonde 10 mil vai, no mesmo tempo vem
Claro que é São Paulo, capital das notas de cem

Cheguei, saí fora, voltei, mas bem acompanhado

Eu sou Daleste com as tops de Angra do lado
São Paulo é ostentação
O dele é lata, o meu é ouro

O que eles têm, nós têm em dobro