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A Raposa e as Uvas (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Lembro com muita saudade
Daquele bailinho
Onde a gente dançava
Bem agarradinho
Onde a gente ia mesmo
É pra se abraçar

Você com laquê no cabelo
E um vestido rodado
E aquelas anáguas
Com tantos babados
E você se sentava
Só pra me mostrar

E tudo que a gente transava
Eram três, quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar

E por mais que você
Se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele broto bonito
Ia me abraçar

Quando a orquestra
Tocava “Besame Mucho”
Eu lhe apertava
E olhava seu busto
Dentro do corpete
Querendo pular

Eu todo cheiroso
À “Lancaster”
E você à “Chanel”
Eu era um menino
Mas fazia o papel
Do homem terrível
Só pra lhe guardar

E tudo que a gente transava
Eram três quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Seu beijo roubar

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Contente pra casa
Eu ia te levar

E ao chegar em tua casa
Em frente ao portão
Um beijo, um abraço
Minha mão, tua mão
Com medo que o velho
Pudesse acordar

A pílula já existia
Mas nem se falava
Pois nos muitos conselhos
Que tua mãe te dava
Tinha um que dizia:
“Só depois de casar”

E tudo que a gente transava
Eram três, quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele corpo bonito
Ia me abraçar

Tudo que a gente transava
Eram três, quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele corpo bonito
Ia me abraçar

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A Raposa e as Uvas (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Lembro com muita saudade
Daquele bailinho
Onde a gente dançava
Bem agarradinho
Onde a gente ia mesmo
É pra se abraçar

Você com laquê no cabelo
E um vestido rodado
E aquelas anáguas
Com tantos babados
E você se sentava
Só pra me mostrar

E tudo que a gente transava
Eram três, quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar

E por mais que você
Se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele broto bonito
Ia me abraçar

Quando a orquestra
Tocava “Besame Mucho”
Eu lhe apertava
E olhava seu busto
Dentro do corpete
Querendo pular

Eu todo cheiroso
À “Lancaster”
E você à “Chanel”
Eu era um menino
Mas fazia o papel
Do homem terrível
Só pra lhe guardar

E tudo que a gente transava
Eram três quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Seu beijo roubar

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Contente pra casa
Eu ia te levar

E ao chegar em tua casa
Em frente ao portão
Um beijo, um abraço
Minha mão, tua mão
Com medo que o velho
Pudesse acordar

A pílula já existia
Mas nem se falava
Pois nos muitos conselhos
Que tua mãe te dava
Tinha um que dizia:
“Só depois de casar”

E tudo que a gente transava
Eram três, quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele corpo bonito
Ia me abraçar

Tudo que a gente transava
Eram três, quatro cubas
Eu era a raposa
Você era as uvas
Eu sempre querendo
Teu beijo roubar

E por mais
Que você se esquivasse
Eu tinha certeza
Que no fim do baile
Na minha lambreta
Aquele corpo bonito
Ia me abraçar

A Raposa e As Uvas (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Lembro com muita saudade daquele bailinho
Quando a gente dançava bem agarradinho
Onde a gente ia mesmo é pra se abraçar
Você com laquê no cabelo e um vestido rodado
E aquelas anáguas com tantos babados
E você sentava só pra me mostrar

E tudo o que a gente transava eram três, quatro cubas
Eu era a raposa e você era as uvas, eu sempre querendo
Teu beijo roubar, e por mais que você se esquivasse
Eu tinha certeza que no fim do baile, na minha lambreta
Aquele broto bonito ia me abraçar

Quando a orquestra tocava “besame mucho”
Eu lhe apertava e olhava seu busto
Dentro do corpete querendo pular
Eu todo cheiroso à “lancaster” e você à “chanel”
Eu era menino, mas fazia o papel
Do homem terrível só pra lhe guardar

E tudo o que a gente transava eram três, quatro cubas
Eu era a raposa e você era as uvas, eu sempre querendo
Seu beijo roubar, e por mais que você se esquivasse
Eu tinha certeza que no fim do baile, na minha lambreta
Contente pra casa eu ia te levar

E ao chegar em tua casa
Em frente ao portão
Um beijo, um abraço, minha mão
Tua mão, com medo que o velho pudesse acordar
A pílula já existia, mas nem se falava
Nos muitos conselhos que tua mãe te dava
Tinha um que dizia: “só depois de casar”

E tudo o que a gente transava eram três, quatro cubas
Eu era a raposa e você era as uvas, eu sempre querendo
Teu beijo roubar, e por mais que você se esquivasse
Eu tinha certeza que no fim do baile, na minha lambreta
Aquele corpo bonito ia me abraçar

A Raposa e As Uvas (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Lembro com muita saudade daquele bailinho
Quando a gente dançava bem agarradinho
Onde a gente ia mesmo é pra se abraçar
Você com laquê no cabelo e um vestido rodado
E aquelas anáguas com tantos babados
E você sentava só pra me mostrar

E tudo o que a gente transava eram três, quatro cubas
Eu era a raposa e você era as uvas, eu sempre querendo
Teu beijo roubar, e por mais que você se esquivasse
Eu tinha certeza que no fim do baile, na minha lambreta
Aquele broto bonito ia me abraçar

Quando a orquestra tocava “besame mucho”
Eu lhe apertava e olhava seu busto
Dentro do corpete querendo pular
Eu todo cheiroso à “lancaster” e você à “chanel”
Eu era menino, mas fazia o papel
Do homem terrível só pra lhe guardar

E tudo o que a gente transava eram três, quatro cubas
Eu era a raposa e você era as uvas, eu sempre querendo
Seu beijo roubar, e por mais que você se esquivasse
Eu tinha certeza que no fim do baile, na minha lambreta
Contente pra casa eu ia te levar

E ao chegar em tua casa
Em frente ao portão
Um beijo, um abraço, minha mão
Tua mão, com medo que o velho pudesse acordar
A pílula já existia, mas nem se falava
Nos muitos conselhos que tua mãe te dava
Tinha um que dizia: “só depois de casar”

E tudo o que a gente transava eram três, quatro cubas
Eu era a raposa e você era as uvas, eu sempre querendo
Teu beijo roubar, e por mais que você se esquivasse
Eu tinha certeza que no fim do baile, na minha lambreta
Aquele corpo bonito ia me abraçar