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Sina (Letra)

Djavan

Djavan

Curso de Violão - Fórmula Violão

Pai e mãe
Ouro de mina
Coração
Desejo e sina
Tudo mais
Pura rotina
Jazz…

Tocarei seu nome
Pra poder
Falar de amor
Minha princesa
Art nouveau
Da natureza
Tudo mais
Pura beleza
Jazz…

A luz de um grande prazer
É irremediável néon
Quando o grito do prazer
Açoitar o ar
Reveillon…
O luar
Estrela do mar
O sol e o dom
Quiçá um dia
A fúria, desse front
Virá
Lapidar o sonho
Até gerar o som
Como querer
Caetanear
O que há de bom

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Sina (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Eu acho que em minhas veias correm agua cristalina
De vez enquando acho que eu sou a propria mina.
Meu corpo as vezes queima feito o sol do meio dia
Não sei de onde vem um vento que sempre me esfria
Balançando meus cabelos, me inspirando poesias.

Eu acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas
De vez enquando acho que eu sou a própria estrada.
Talves eu seja a boiada ruminando no vagão
Se eu não for um boiadeiro talvez seja o coração
Pulsando, batendo forte nas entranhas desse chão.

Sou boiadeiro, boiado eu sou.
Sou violeiro, eu sou cantador.
Sou passarinho já revoei,
não lembro os caminhos que eu já passei.

Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.
Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.

Eu acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas
De vez enquando acho que eu sou a própria estrada.
Talves eu seja a boiada ruminando no varjão
Se eu não for um boiadeiro talvez seja o coração
Pulsando, batendo forte nas entranhas desse chão.

Sou boiadeiro, boiado eu sou.
Sou violeiro, eu sou cantador.
Sou passarinho já revoei,
não lembro os caminhos que eu já passei.

Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.
Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.

Sina (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Eu acho que em minhas veias correm agua cristalina
De vez enquando acho que eu sou a propria mina.
Meu corpo as vezes queima feito o sol do meio dia
Não sei de onde vem um vento que sempre me esfria
Balançando meus cabelos, me inspirando poesias.

Eu acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas
De vez enquando acho que eu sou a própria estrada.
Talves eu seja a boiada ruminando no vagão
Se eu não for um boiadeiro talvez seja o coração
Pulsando, batendo forte nas entranhas desse chão.

Sou boiadeiro, boiado eu sou.
Sou violeiro, eu sou cantador.
Sou passarinho já revoei,
não lembro os caminhos que eu já passei.

Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.
Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.

Eu acho que nesse chão eu deixo mais do que pegadas
De vez enquando acho que eu sou a própria estrada.
Talves eu seja a boiada ruminando no varjão
Se eu não for um boiadeiro talvez seja o coração
Pulsando, batendo forte nas entranhas desse chão.

Sou boiadeiro, boiado eu sou.
Sou violeiro, eu sou cantador.
Sou passarinho já revoei,
não lembro os caminhos que eu já passei.

Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.
Deve ser a minha sina te procurar,
deve ser o meu destino não te encontrar.

Sina (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Pai e mãe, ouro de mina
Coração, desejo e sina
Tudo mais, pura rotina, jazz
Tocarei seu nome prá poder falar de amor

Minha princesa, art-nouveau
Da natureza, tudo o mais
Pura beleza, jazz

A luz de um grande prazer é irremediável neon
Quando o grito do prazer açoitar o ar, reveillon

O luar, estrela do mar
O sol e o dom, quiçá, um dia a fúria
Desse front virá lapidar
O sonho até gerar o som
Como querer caetanear o que há de bom

Sina (Letra)

Curso de Violão - Fórmula Violão

Pai e mãe, ouro de mina
Coração, desejo e sina
Tudo mais, pura rotina, jazz
Tocarei seu nome pra poder falar de amor

Minha princesa, art-nouveau
Da natureza, tudo o mais
Pura beleza, jazz

A luz de um grande prazer é irremediável neon
Quando o grito do prazer açoitar o ar, reveillon

O luar, estrela do mar
O sol e o dom, quiçá, um dia a fúria
Desse front virá lapidar
O sonho até gerar o som
Como querer caetanear o que há de bom